Quem somos

img_0643          Somos um grupo de fisioterapeutas especializados na avaliação, diagnóstico funcional e tratamento de pacientes com queixas de vertigem e desequilíbrio. Essa área de atuação é conhecida como Fisioterapia Vestibular (FV). A queixa de vertigem, ou tontura do tipo rotatória, é muito comum. O termo “labirintite” pode representar 300 tipos de problemas com até 2.000 causas clínicas.  A vertigem pode ocorrer em todas as faixas etárias, porém estudos mostram que sua presença aumenta com a idade.

 

          Nossos objetivos são facilitar a compreensão da anatomia e fisiologia do sistema vestibular e sua influência no controle postural humano; enumerar e explicar os principais sinais e sintomas relacionados à vertigem e contribuir com informações atualizadas sobre a FV na avaliação, diagnóstico e tratamento das síndromes vertiginosas.

 

          O tipo e severidade dos sintomas variam bastante. Geralmente a vertigem, náusea, movimentos oculares involuntários (nistagmo) e instabilidade postural podem estar presentes, juntos ou isolados. Estes podem ser assustadores e difíceis de descrever. As pessoas que possuem tontura e/ou desequilíbrio podem, também, relatar dificuldades de atenção, concentração, cansaço, ansiedade, dificuldade para realizar atividades rotineiras e, até mesmo, apresentar dificuldades para se levantar da cama.

 

          A Fisioterapia Vestibular consiste na realização de avaliação, diagnóstico e intervenção através de manobras e exercícios terapêuticos que podem reduzir e até mesmo eliminar os sintomas de tontura e desequilíbrio associados a uma disfunção vestibular.

 

          Convidamos a todos para usufruir desse site, não só para aprofundar o conhecimento sobre vertigem e tratamentos disponíveis, mas para entrar em contato quando necessitar de nossa orientação.

 

VISÃO: Constituir um centro especializado voltado para a liderança no estudo e controle das disfunções vestibulares no Brasil e na América Latina.

 

MISSÃO: Trabalhar com base em competência, oferecendo renomados fisioterapeutas especializados e com ampla experiência na avaliação, diagnóstico funcional e tratamento de pacientes com disfunções vestibulares e do equilíbrio humano. 

A eficácia do tratamento no início do diagnóstico

As evidências indicam que encaminhar ou começar a FV o quanto antes pode proporcionar melhora dos sintomas de tontura e prevenir complicações futuras, como ansiedade, redução da capacidade funcional, consequências do imobilismo e possibilidade de quedas. A intervenção pela FV, já na fase aguda, configura uma abordagem efetiva e segura nos casos  de pacientes com síndromes vestibulares.

Por que nos consultar?
  • Mais de 20 artigos científicos de vários centros de pesquisas no mundo registraram que houve considerável evidência científica de que a FV foi eficaz e segura no contorle dos sinais e sintomas de pacientes com tontura (Hillier & Hollohan, 2007);
  • Em outro estudo, os casos de hipofunção vestibular unilateral com desequilíbrio apresentaram melhora importante no controle postural quando comparados a um grupo somente com medicamentos antivertiginosos (Strupp e cols, 1998);
  • Pessoas idosas com tontura não rotatória (desequilíbrio) apresentaram melhora dos sintomas e na confiança ao ficar de pé e andar num período entre de três semanas a três meses, quando comparados a outro grupo sem intervenção da FV (Jung e cols, 2009);
  • Nos casos de vertigem posicional paroxística benigna [VPPB], as manobras de reposição dos cristais são mais eficazes e melhoram a qualidade de vida quando comparado ao uso de medicamentos antivertiginosos (Bhattacharyya e cols, 2008);
  • A intervenção precoce (antes de 6 meses de evolução) da FV em pacientes com tontura sugerem melhores resultados do que os pacientes que iniciam o tratamento tardiamente. Quanto mais próximo da fase aguda, melhor o resultado terapêutico (Herdman, 2012);
  • Pacientes submetidos tardiamente às manobras de reposição ou liberatórias para VPPB apresentaram mais queixas de tontura residual 03 meses após a intervenção (Seok e cols, 2008);